// TECNOLOGIA IMERSIVA LEVADA A SÉRIO

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Sampa Sky 360°

O Mirante que Voa

realidade
virtual

ALESSANDO MARTINELI direção de experiência | THIAGO ATAIDE direção de design | OSVALDO ORTEGA comercial | LUCAS MACHADO e JULIANA VALLE programação | JOSÉ ATAIDE design e edição | OTÁVIO captação e edição JOSÉ ATAIDE modelos 3d

ClientE

sampa sky

Execução tecnológica

Leafbone

SÃO PAULO

2025 - 2026

O Sampa Sky sempre foi uma experiência incrível muito antes da realidade virtual entrar na história. No 42º andar do Edifício Mirante do Vale, quatro decks de vidro avançam para fora do prédio. O chão também é de vidro. Você pisa e vê o centro de São Paulo lá embaixo.

A vista é ampla, mas o que marca mesmo é a sensação física. A altura não é abstrata. Ela está ali, sob os pés. Em três anos, mais de 650 mil pessoas já passaram por ali.

Paulistanos, turistas brasileiros e estrangeiros. O mirante se consolidou como um dos pontos mais visitados da cidade. Além da vista, o espaço passou a receber eventos e ativações. É um lugar vivo.

Foi nesse ambiente que surgiu uma pergunta simples: o que mais poderia caber ali dentro?

 
pessoa fotografando no chão do mirante de vidro do sampa sky

A ideia

A ideia do mirante que voa nasceu dentro da própria equipe do Sampa Sky. Os fundadores levantaram a possibilidade de criar um quinto mirante virtual. Não fazia sentido construir outro deck físico. O que já existia funcionava muito bem.

Ao mesmo tempo, nossa equipe queria testar uma integração natural entre realidade mista e realidade virtual, sem um salto abrupto em que você coloca os óculos e desaparece do ambiente real.

Neste encontro de ideias, surgiu o Sampa Sky 360°.

uma família usando óculos de realidade virtual no Sampa Sky

Como a experiência começa

Ela não começa voando. A pessoa coloca o Meta Quest e continua vendo o próprio mirante ao redor. Surge uma seta em realidade mista indicando um ponto à frente, enquanto Marcelo Tas apresenta o que está por vir.

Alguns metros adiante aparece o mirante virtual. Ele tem a forma de um mirante de vidro suspenso por um grande drone, como em um certo filme em que o elevador pode voar por aí.

O design respeita a lógica do espaço, mas cria um ar fantástico. A pessoa caminha até ele. Entra. As portas se fecham. A luz diminui. O voo começa.

O ponto de decolagem virtual coincide com o ponto físico onde a pessoa está no prédio. Isso ajuda o cérebro a aceitar a mudança. A sensação é de continuidade.

Essa integração entre o espaço real e o virtual foi um dos pontos centrais do projeto.

A tecnologia

A aplicação roda diretamente nos óculos Quest, de forma standalone. Não há computador conectado, não há cabos, não há estação externa.
Isso era essencial para um ambiente turístico com fluxo constante de visitantes.

A experiência precisava ser estável, simples de operar e rápida de iniciar. O visitante coloca o headset e a narrativa começa automaticamente.

Os vídeos do voo foram captados em alta resolução e preparados para rodar em 8K otimizado. Quando a pessoa olha para baixo, a cidade mantém textura e definição.

A aplicação também roda offline. Em um ponto turístico, depender de conexão constante seria um risco desnecessário, mesmo que a infraestrutura do local seja robusta.

A arquitetura combina:

veja o sampa sky 360° em funcionamento ⬇️

O percurso

A captação aérea foi realizada pela própria equipe do Sampa Sky. Foram meses de planejamento e negociação para registrar a cidade em momentos específicos. O trajeto passa por:

A narração é conduzida por Marcelo Tas. Ele contextualiza os pontos enquanto o visitante sobrevoa a cidade.

Um detalhe curioso

Algo interessante começou a acontecer. Algumas pessoas que evitavam os decks físicos por medo de altura, ainda assim, experimentaram o mirante virtual.  No virtual, a sensação é diferente. A profundidade foi calibrada. O piso real permanece visível. As mãos continuam presentes. O corpo mantém referência. O voo fica mais contemplativo.

O projeto ganhou escala

Desde dezembro de 2024, cerca de 100 mil pessoas já passaram pela experiência.

O projeto foi apresentado no SXSW, em Austin, dentro da São Paulo House, representando o Brasil ao lado da Secretaria de Turismo e do Governo do Estado.

Ali, o mirante deixou de ser apenas uma atração local e passou a ser mostrado como exemplo de tecnologia aplicada ao turismo urbano.

A continuação

O sucesso abriu espaço para uma segunda fase. A nova versão amplia o roteiro para mostrar São Paulo em movimento:

A ideia é manter o mirante virtual sempre atualizado. Quem volta ao Sampa Sky precisa encontrar algo novo. 

O que ele se tornou

O Mirante que Voa não substitui os decks físicos. Ele amplia a experiência. Você sobe para ver São Paulo, depois voa para compreender melhor a cidade.

Números do projeto

VISITANTES
+ 0
LOCAÇÕES
0
VISITANTES
+ 0

{
SAO_PAULO <BR>
LEAFBONE (2026);
}